Monitores ucranianos emitiram um alerta vermelho de defense civil nesta semana por causa de mísseis balísticos. Circularam relatos de um possível lançamento do Oreshnik, um míssil hipersônico de altíssima velocidade desenvolvido pela Rússia. A ameaça de um ataque massivo pairou sobre as cidades ucranianas por dias. A corrida para modernizar defeses antiaéreas tornou-se urgente em vários países.
O comando militar americano, o Pentágono, acelerou a produção de sistemas de defesa para priorizar a região do Pacífico. O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, um think tank americano, publicou um relatório afirmando que a guerra moderna exige uma base industrial capaz de responder à nova era de combates por mísseis. Um armamento hipersônico voa em velocidades superiores a cinco vezes a velocidade do som. Sua trajetória imprevisível torna os sistemas tradicionais de defesa obsoletos. A Rússia transformou o uso desses mísseis em um instrumento de terror psicológico, paralisando cidades inteiras antes mesmo do impacto.
A guerra por mísseis deixou de ser uma questão regional e definiu uma nova corrida armamentista global. A indústria bélica dos Estados Unidos precisa decidir se concentra seus escudos na Europa ou se prepara para um futuro conflito na Ásia. Os países de fronteira, como o Japão e a Polônia, observam essa decisão com ansiedade. O que monitorar é a velocidade com que as fábricas americanas conseguem entregar os novos sistemas de interceptação aos aliados sob ameaça imediata.
