O Departamento de Defesa dos Estados Unidos acelera a formulação de sua política de armas autônomas letais. São sistemas militares capazes de selecionar e atacar alvos sem intervenção humana direta. Analistas do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais explicam que o software de inteligência artificial será o fator decisivo nas guerras do futuro.
A nova corrida armamentista do século XXI não se mede em ogivas nucleares, mas em capacidade computacional. No mesmo movimento de atualização bélica dos Estados Unidos, o Pentágono incluiu gigantes chinesas de tecnologia em uma lista de restrições comerciais. A agência Reuters informou que o governo da China declarou estar profundamente insatisfeito com a medida. Para Pequim, a manobra americana é uma tentativa de conter o desenvolvimento tecnológico do país.
A disputa pelas principais empresas de tecnologia revela que a inteligência artificial deixou de ser apenas um produto comercial. Ela se tornou uma infraestrutura militar crítica para a soberania nacional. Enquanto os Estados Unidos tentam monopolizar o acesso a microchips avançados, a China acelera seu próprio programa de desenvolvimento tecnológico. A corrida armamentista moderna acontece em laboratórios, não em fábricas de tanques.
